Você paga por cada visita do anúncio e manda todas para a home
O seu site atende quem chegou pelo seu nome. Quem chegou por um anúncio que você pagou precisa de outra página.
A sua home foi feita para quem já conhece você
Ela apresenta a empresa, lista o que você faz, conta a história, mostra o time e oferece uma dúzia de caminhos. Para quem chegou pelo seu nome, isso funciona: a pessoa está ali para se orientar.
Quem chega por um anúncio não está. Ela clicou numa frase específica, com uma intenção específica, e você pagou por esse clique. Se a página onde ela cai fala de tudo, ela precisa procurar dentro do seu site aquilo que o anúncio prometeu. Uma parte das pessoas procura. A maior parte volta.
A landing page existe para essa pessoa. Ela continua a frase do anúncio em vez de recomeçar a conversa.
O que fazemos antes de abrir o editor
A página é a última etapa. O que decide o resultado dela acontece antes.
Ler o anúncio que traz a pessoa
A parte que mais muda conversão não é o desenho da página, é a distância entre o que o anúncio prometeu e o que a primeira linha da página diz. Quando as duas frases não se reconhecem, a pessoa entende que caiu no lugar errado antes de rolar a tela. Por isso começamos pelo anúncio, mesmo quando quem nos chama só pediu a página.
Decidir o que a página pede, e o que ela não pede
Cada campo a mais no formulário custa contatos. Cada link para outra parte do site é uma porta de saída que você abriu de propósito. Nada disso é regra fixa: pedir telefone derruba envio e melhora a qualidade de quem envia, e qual dos dois você quer depende do que acontece depois, na sua equipe.
Essa conversa acontece antes da página existir, porque depois de pronta ela vira discussão sobre gosto.
Construir, medir e ajustar com o que chegou
A página entra no ar medindo: quantos chegaram, quantos rolaram até a oferta, quantos começaram o formulário e quantos terminaram. Esses quatro números dizem onde a página perde gente, e cada um aponta para um ajuste diferente. Sem eles, mexer na página é palpite.
A página é uma parte do resultado, e não a maior
Duas páginas iguais dão números muito diferentes, e o que separa as duas costuma estar fora delas.
Quem o anúncio traz
Quem procurou pelo que você vende decide rápido. Quem foi interrompido no meio de outra coisa precisa de mais convencimento na mesma página. O tráfego chega com intenção diferente, e a página precisa saber qual.
O que você está oferecendo
Uma oferta clara e específica converte melhor que uma boa página vendendo algo vago. Se a oferta não estiver decidida, a página vai adiar a decisão junto com você.
O quanto a pessoa precisa confiar
Baixar um material pede pouca confiança. Agendar uma cirurgia pede muita. Quanto maior o compromisso, mais prova a página precisa carregar, e prova real leva tempo para existir.
O que acontece depois do envio
Contato respondido em minutos e contato respondido em dois dias são negócios diferentes com a mesma página. A conversão da página termina no formulário, o resultado não.
Quando a Siena diz que você não precisa de uma
Quando não há anúncio nem campanha levando gente até ela. Uma landing page sem tráfego apontado para ela é uma página que ninguém visita, e o problema a resolver estava em outro lugar.
Quando a oferta ainda não existe. Página não decide o que você vende, por quanto e para quem; ela apresenta uma decisão já tomada. Construir antes disso é pagar para descobrir que a discussão era outra.
E não prometemos teste A/B para conta com pouco volume. Teste precisa de conversões suficientes para separar diferença real de acaso de uma semana. Vender teste onde ele não conclui nada é vender relatório, não resultado.
Sobre o preço, antes que você role até o fim
O valor sai do diagnóstico e depende de três coisas: quantas páginas, se o conteúdo já existe e se precisa conversar com algum sistema que você usa. Uma página com texto e fotos em mãos sai muito diferente de um conjunto ligado ao seu CRM.
As perguntas que aparecem na terceira conversa
Depende de para onde você manda o seu anúncio. O site foi feito para quem chegou pelo seu nome e quer se orientar. Se o clique pago cai ali, a pessoa chega atrás de uma coisa específica e encontra a empresa inteira, com dezenas de caminhos. A landing page existe para o visitante que você comprou.
Uma por oferta que você anuncia de forma separada. Se você tem três campanhas vendendo três coisas diferentes, três páginas. Se as três campanhas vendem a mesma coisa para públicos diferentes, muitas vezes uma página resolve, e a diferença fica no anúncio.
Fazemos quando há volume para isso. Teste precisa de conversões suficientes para que a diferença entre duas versões signifique alguma coisa, e não o acaso de uma semana. Em conta pequena, o mesmo esforço rende mais ajustando a oferta e o anúncio do que testando cor de botão.
A construção leva poucos dias. O que costuma alongar o prazo é o conteúdo: fotos reais, o texto da oferta, as condições exatas do que está sendo vendido. Quem chega com isso pronto publica rápido.
Normalmente sim, num endereço próprio dentro do seu domínio, porque isso aproveita a confiança que o domínio já tem. Quando não existe site, a página vive sozinha e funciona igual.
O valor sai do diagnóstico e depende de quantas páginas, de existir ou não conteúdo pronto e de precisar ou não de integração com o que você já usa. Uma página única com conteúdo em mãos e um conjunto de páginas ligadas a um sistema não são o mesmo trabalho.
Comece pelo anúncio, não pela página
Se você já anuncia, a primeira conversa serve para olhar para onde o seu clique está indo hoje. Dela sai um diagnóstico, e é dele que sai o preço.