Quem é Robson Barcellos
Fundador e CEO da Siena Digital.
Trinta anos entre computadores, balcão de loja e mecanismo de busca.
Ganhou um 486 em 1995 e nunca mais largou
Robson tinha 10 anos quando o primeiro computador chegou em casa, um PC 486, numa época em que máquina pessoal ainda era item caro e raro na casa brasileira. Na escolha daquele primeiro aparelho passou também pelas gerações anteriores (186, 286, 386), e aprendeu DOS e Windows quando sistema, programa e jogo chegavam em disquete e manual impresso grosso era parte do pacote.
Cresceu na geração dos 8 bits e do Super Nintendo, com o plano de ser programador de jogos.
O plano mudou de forma, não de assunto. Virou Técnico em Informática na Escola Técnica Alcides Maya em 2007, e Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FTEC em 2011.
Da lan house para o balcão
Ele estava lá quando a internet brasileira virou social: Orkut em 2005, ainda por convite; Facebook em 2007, quando a plataforma era quase toda em inglês e quase ninguém no Brasil tinha conta. Salas do Terra, MSN, e a lan house onde trabalhou enquanto estudava, antes da banda larga virar padrão nas casas.
Na lan house o trabalho não era só o balcão. Era criar a primeira conta de e-mail de alguém, colocar gente na primeira rede social, explicar ferramenta que ainda assustava.
Foi ali que a conta começou a fechar: a máquina interessava, mas o que ele fazia bem era a pessoa do outro lado.
Vender é ofício, e ele aprendeu em pé
Antes de empreender, Robson trabalhou de balconista, garçom, repositor, operador de telemarketing, estoquista, vendedor e gerente de loja. Passou por Carrefour, Petiskeira, Applebee's e Brasil Telecom.
Isso não é enfeite de biografia. Quem atendeu no balcão sabe reconhecer, em duas frases, a diferença entre o cliente que está comprando e o que está passando o tempo. É a mesma leitura que separa a palavra-chave que vende da palavra-chave que só custa, e é por isso que ela aparece aqui.
O que muda quando ele entra num projeto
Em 2018 ele fez o Fórmula de Lançamento e esteve no presencial em São Paulo. Desde então trabalhou com lançamento de produto digital em pet e adestramento, hipnoterapia, estética, fisiologia do exercício, gestão empresarial, finanças e desenvolvimento profissional, como produtor e como coprodutor.
Coprodução é a palavra que descreve melhor o modo de trabalho dele, e ela quer dizer uma coisa específica: a participação começa antes do anúncio existir. Estrutura de produto, desenho da oferta, preparo do especialista, treino do time comercial, construção do pitch, aquisição, mídia, acompanhamento de conversão. O trabalho é construir o negócio junto com quem tem o conhecimento, não pegar um negócio pronto e divulgá-lo.
Em 2019 também rodou operação de dropshipping com tráfego pago no Brasil e produto saindo da China, encerrada quando os primeiros lockdowns lá começaram a ameaçar produção e prazo. Foi escola de mídia, criativo e oferta, na prática e com dinheiro real.
Em 2020, no lockdown daqui, o trabalho virou quase todo delivery: negócio que precisava existir online em semanas, não em trimestres.
Busca, e depois a busca que responde
Robson concluiu a Formação Completa em SEO com Rafael Rez e treinou SEO também com Rodolfo Sabino. Isso entrou no trabalho como posicionamento orgânico, arquitetura de conteúdo e construção de autoridade.
Depois a busca mudou de forma. As pessoas pararam de só digitar e começaram a perguntar, e a resposta passou a vir montada em vez de listada. Ele foi estudar isso: GEO, Generative Engine Optimization, o posicionamento para os mecanismos de inteligência artificial. É a matéria que a Siena serve hoje em posicionamento para IA, e ela não é um assunto novo colado na casa: é o encontro do SEO, do conteúdo, da autoridade e do dado que já estavam ali.
Em copywriting, funil, comportamento e neuromarketing, a formação veio de Paulo Maccedo, Fred Ribas e Adeise Marcondes no Altmaker Pro, de André Cia, da Escola do Perpétuo, de Anderson Gomes, Micha Menezes, Henrique Carvalho e do professor Luciano Pereira.
Siena Digital, 2019
Robson fundou a Siena Digital em 2019 e a lidera desde então, com um time de especialistas em áreas diferentes do marketing e da tecnologia.
O que ele faz na empresa: estratégia, desenvolvimento de negócio, prospecção, relacionamento com cliente, geração de demanda e a imagem institucional da casa. Quando a operação do cliente exige, também treina o time do cliente, porque campanha que chega em atendimento despreparado morre no atendimento.
O trabalho dele é consultivo antes de ser de campanha. Antes de decidir canal, verba ou conteúdo, a conversa é sobre o negócio: como está o comercial, o que o atendimento devolve, quais números a empresa acompanha, onde trava. Marketing entra depois disso, e entra como parte de uma estrutura maior. Campanha conversa com atendimento. Lead conversa com comercial. Indicador serve para decidir, não para enfeitar relatório.
O que ele não faz
Robson não é o especialista técnico de cada disciplina que a Siena entrega, e não se apresenta como tal. Ele não escreve todo o código, não roda toda a campanha, não produz todo o conteúdo.
A função é outra: entender o negócio, reunir quem sabe fazer, liderar e manter a direção. Numa casa que vende especialidade, quem tenta ser o especialista de tudo entrega pior em todas.
Ele se descreve como empresário, vendedor, comunicador, líder e nerd, nessa ordem.
Estudando agora
Marketing, Digital & Data Science na FIAP (em curso).
O que ele escreve sobre busca, IA e crescimento de negócio fica reunido no arquivo de artigos dele.
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